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Escuta Profunda da Floresta.

16 de out.
2 min de leitura

Sente-se ou deite-se em uma posição confortável, permitindo que o seu corpo se entregue ao chão, à terra.

Feche os olhos, tome consciência da sua respiração... e dedique os próximos momentos a apenas estar.

Inspire perceba como a arquitetura perfeita do seu corpo se movimenta, se expande a cada respiração e se retrai a cada exalação …

E expire, liberando qualquer pressa, qualquer pensamento que não pertença a este instante, sinta esse fluxo, se entregue pra esse momento.

Sinta o peso do seu corpo.

Sinta onde ele toca o chão.

A cada expiração, solte-se um pouco mais... 


Vamos começar a nossa imersão ativando o primeiro sentido a Audição.

Deixe que os seus ouvidos se transformem em antenas, captando os sons ao seu redor, sem julgamento. Não tente identificar, apenas escute.


O que está mais perto de você?

O som da sua própria respiração... o leve ruído da roupa...


Agora, o que está um pouco mais longe?

O leve farfalhar do vento nas folhas...

O ritmo suave da água correndo, se houver...

O canto distante ou próximo dos pássaros...

Permita que esses sons da natureza entrem em você.

Eles são a melodia do seu relaxamento.

Se algum pensamento surgir, apenas reconheça-o e gentilmente, traga a sua atenção de volta para a sinfonia da floresta, ou para o encantamento da natureza.


Permaneça nessa dinâmica de percepção por quanto tempo considerar necessário.


Satisfeito!

Inspire profundamente a energia renovada.

Ao expirar, sinta a gratidão por este momento de autocuidado.

Mantenha a calma e a clareza que você encontrou aqui, mesmo ao retornar para as suas atividades.

Lentamente, comece a mover os dedos das mãos e dos pés... alongue o pescoço, se sentir necessidade... e no seu tempo, com a leveza da floresta em seu coração, abra os olhos de forma lenta.


Deixe um recadinho para mim contando se você gostaria de uma versão desta meditação para outros sentidos.

Abraço, nos vemos na trilha!

Como eu percebo a natureza.
Como eu percebo a natureza.



 
 
 

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